Itapuí - O diretor-presidente da Itabom, o empresário Pedro Luiz Poli, detalhou aos dirigentes do PSDB de Itapuí (44 quilômetros de Bauru) o projeto de construção de um incubatório para produzir pintos em uma área de 48 mil metros quadrados na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-225), a Bauru-Jaú, nas proximidades do trevo de acesso a Macatuba, no município de Pederneiras.
De acordo com Poli, o novo empreendimento terá capacidade para produzir 4,2 milhões de ovos por mês, dos quais gerarão cerca de 3,6 milhões de pintos no mesmo período. “Na primeira fase, vamos gerar cerca de 120 empregos diretos para a população de Pederneiras e seremos pioneiros no rastreamento da qualidade da produção, desde a galinha que bota o ovo até o frango que chega ao consumidor, uma inovação no mercado nacional”, garante.
Ao explicar o projeto para o presidente de honra do partido, Adolpho Saggioro, e para o pré-candidato a prefeito e presidente do PSDB de Itapuí, José Eduardo Amantini, o empresário acrescentou que o incubatório terá equipamentos de ponta importados da Holanda. Durante a visita de cortesia, no último dia 11, Saggioro e Amantini conheceram a linha de produção automatizada da empresa, que abate cerca de 150 mil frangos por dia e gera mais de 2 mil empregos diretos em Itapuí, o que corresponde a 20% da população.
O presidente do PSDB local explica que, em recente pesquisa de opinião pública realizada em Itapuí, apenas 2,9% dos entrevistados consideram a geração de novos empregos como uma das principais prioridades do município.
Fonte: Jornal cidade de Bauru
terça-feira, 1 de abril de 2008
MP investiga compra de área em Itapuí
Fonte: Jornal Comércio do Jahu
O promotor Jorge João Marques de Oliveira instaurou inqué-rito civil para apurar o valor gasto pela prefeitura de Itapuí com a compra de dois alqueires (48,4 mil metros quadrados) por até R$ 280 mil. A área, localizada depois do Balneário Mar Azul, deve abrigar 130 casas populares. A denúncia de possível irregularidade na transação fora levantada pelo presidente da Câmara, Valdir Maia (PDT).
Maia encaminhou representação ao Ministério Público na última semana. “Estamos fazendo levantamento do valor da área do entorno da gleba adquirida pela prefeitura e está muito fora, a terra em Itapuí não vale tudo isso.” O presidente da Câmara diz que o alqueire na zona rural da cidade, onde a gleba está situada, vale cerca de R$ 80 mil.
A Câmara, que tem maioria governista, aprovou o projeto de lei que autoriza o pagamento de R$ 280 mil pela gleba no dia 5 de março. O prefeito José Gilberto Saggioro (PPS) diz que o valor máximo aprovado foi de R$ 140 mil por alqueire e a compra foi feita por R$ 130 mil.
Ao contrário de Maia, o chefe do Executivo afirma que a área está dentro do perímetro urbano. “Foi feito tudo como manda a lei, primeiramente com avaliação da área, mandado para a Câmara, aprovado, e depois foi feita a compra. Eu não vejo sentido nisso (da representação feita por Maia ao Ministério Público), apenas mais um fato político.”
Peritos
Oliveira disse que vai se pronunciar somente depois da conclusão do inquérito. Peritos do Ministério Público farão avalia-ção do valor da área e, caso as supostas irregularidades sejam constatadas, o promotor pode instaurar ação civil pública contra Saggioro por ato de improbidade administrativa.
Maia enviou ao Comércio ontem mapa do local no qual se verifica que a área a ser desmembrada e loteada fica a cerca de dois quilômetros da cidade. “Além disso, o final da infra-estrutura fica a cerca de 500 metros do terreno. Quanto vai custar para chegar até lá, se não tem dinheiro nem para fazer a infra-estrutura em bairros já existentes?”, indaga o presidente da Câmara.
Em janeiro, o promotor de Justiça Celso Élio Vannuzini e os defensores públicos Luís Gustavo Fontanetti Alves da Silva e André Spilari Bernardi se reuniram com Saggioro e exigiram a formalização de dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) para que a prefeitura pavimente vias e complete a instalação de redes de galerias pluviais e de esgoto no Balneário Mar Azul.
O promotor Jorge João Marques de Oliveira instaurou inqué-rito civil para apurar o valor gasto pela prefeitura de Itapuí com a compra de dois alqueires (48,4 mil metros quadrados) por até R$ 280 mil. A área, localizada depois do Balneário Mar Azul, deve abrigar 130 casas populares. A denúncia de possível irregularidade na transação fora levantada pelo presidente da Câmara, Valdir Maia (PDT).
Maia encaminhou representação ao Ministério Público na última semana. “Estamos fazendo levantamento do valor da área do entorno da gleba adquirida pela prefeitura e está muito fora, a terra em Itapuí não vale tudo isso.” O presidente da Câmara diz que o alqueire na zona rural da cidade, onde a gleba está situada, vale cerca de R$ 80 mil.
A Câmara, que tem maioria governista, aprovou o projeto de lei que autoriza o pagamento de R$ 280 mil pela gleba no dia 5 de março. O prefeito José Gilberto Saggioro (PPS) diz que o valor máximo aprovado foi de R$ 140 mil por alqueire e a compra foi feita por R$ 130 mil.
Ao contrário de Maia, o chefe do Executivo afirma que a área está dentro do perímetro urbano. “Foi feito tudo como manda a lei, primeiramente com avaliação da área, mandado para a Câmara, aprovado, e depois foi feita a compra. Eu não vejo sentido nisso (da representação feita por Maia ao Ministério Público), apenas mais um fato político.”
Peritos
Oliveira disse que vai se pronunciar somente depois da conclusão do inquérito. Peritos do Ministério Público farão avalia-ção do valor da área e, caso as supostas irregularidades sejam constatadas, o promotor pode instaurar ação civil pública contra Saggioro por ato de improbidade administrativa.
Maia enviou ao Comércio ontem mapa do local no qual se verifica que a área a ser desmembrada e loteada fica a cerca de dois quilômetros da cidade. “Além disso, o final da infra-estrutura fica a cerca de 500 metros do terreno. Quanto vai custar para chegar até lá, se não tem dinheiro nem para fazer a infra-estrutura em bairros já existentes?”, indaga o presidente da Câmara.
Em janeiro, o promotor de Justiça Celso Élio Vannuzini e os defensores públicos Luís Gustavo Fontanetti Alves da Silva e André Spilari Bernardi se reuniram com Saggioro e exigiram a formalização de dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) para que a prefeitura pavimente vias e complete a instalação de redes de galerias pluviais e de esgoto no Balneário Mar Azul.
Ingleses ensinam a transformar resíduo em dinheiro
Uma iniciativa britânica, que está sendo apresentada a empresários brasileiros, mostra que é possível ganhar dinheiro por meio do uso eficiente de recursos e redução de resíduos. Em 30 meses de existência, o Programa Nacional de Simbiose Industrial do Reino Unido (Nisp, sigla em inglês) ajudou a elevar em mais de R$ 432 milhões as vendas da indústria e, em R$ 272 milhões, os investimentos do setor privado, disse Beatriz Luz, gerente regional do programa, durante encontro promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Embaixada Britânica no Brasil. Uma análise econômica independente do programa demonstrou que o governo do Reino Unido gasta menos de dois centavos em investimento no programa para cada libra (R$ 3,30) em vendas adicionais geradas as empresas participantes.
O programa busca transformar em capital, resíduos e subprodutos resultantes de processos de produção. "Nós trabalhamos como uma consultoria. A empresa nos procura com um problema, que pode ser o elevado volume de resíduos gerados no processo. Nós estudamos as possibilidades de sinergias e a saída pode estar em outra empresa, que, ao reprocessar o produto, pode reutilizá-lo com um preço melhor do que se fosse ao mercado comprar uma ¿matéria-prima virgem¿." Resultado: ganham as duas pontas. A que tinha "lixo" e viu sua receita crescer com a possibilidade de emprego do material por outra indústria, e a que comprou, que desembolsou menos recursos na aquisição da matéria-prima alternativa.
Um exemplo concreto citado pela representante do Nisp é o da parceria entre uma empresa química e uma alimentícia. "Um produtor de tomates queria ampliar sua produção, mas os custos elevados não viabilizavam o projeto. Havia uma empresa química que lançava gases na atmosfera e queria eliminar essas emissões. Juntamos os dois. Os gases que antes eram lançados na atmosfera, entre eles o CO2 e vapor quente, passaram a ter uma destinação do bem. Foram canalizados para uma estufa produtora de tomates, reduzindo o custo de produção."
Beatriz diz que o programa já conta com mais de 10 mil empresas. Mais de 80% dos membros do Nisp são pequenas e médias empresas. Um estudo desenvolvido pela Universidade de Birmingham mostra que, dos negócios realizados por empresas no âmbito do programa, 75% incluíram processo de inovação, 50% envolveram melhor prática e 20% novas pesquisas.
Além do negócio propriamente dito, há outros ganhos, como o ambiental, diz Beatriz. Desde a criação do Nisp, em 2005, deixou-se de lançar 2,95 milhões de toneladas de resíduos empresariais em aterros, eliminou-se mais de 310 mil toneladas de resíduos perigosos e reduziu-se em 2,5 milhões de toneladas as emissões de CO2.
De acordo com Beatriz, todos os resultados obtidos pelo Nisp são auditados por empresas independentes antes de serem publicados. "Entre os pontos fortes do programa está a sua flexibilidade e inovação tecnológica. É garantido o sigilo absoluto dos dados abertos pelas empresas que procuram ajuda. O programa não força o empresário. A participação é voluntária. O modelo de simbiose industrial vai além das práticas já conhecidas de uso eficiente de recursos, minimização, reúso e reciclagem. Cria-se uma rede de empresas de diversos setores industriais gerando uma comunicação e troca de idéias que até então não existia. O novo relacionamento comercial entre empresas permite um aumento de eficiência de produção, redução de custos e contribui para a sustentabilidade. Criação de projetos mais modernos, destinação mais eficiente de resíduos e o reúso intersetorial, podem criar novas parcerias industriais e até mesmo aproximar centros de pesquisa das indústrias."
Tudo começou em 2005, quando o governo britânico fez um estudo e concluiu que, em média, os aterros do Reino Unido tinham sete anos de vida útil e não havia mais espaço para novos aterros. Era preciso reduzir a quantidade de resíduos produzidos. A decisão foi a de elevar exponencialmente a taxa sobre resíduos de forma a estimular outra destinação. Com o apoio do Legislativo, criaram-se normas e incentivos. Na área da indústria, foram elaborados programas de suporte gratuitos. Paralelamente o programa-piloto do Nisp vinha sendo aplicado em duas regiões. O sucesso e o empenho dos empresários na sua ampliação eram tamanhos que o governo resolveu transformá-lo em um programa nacional. O modelo de consultoria gratuita respeita a lógica regional. O governo entendeu que era mais racional e o retorno mais eficiente com a contratação de consultorias regionais, que pelo seu conhecimento local, contatos etc. poderiam rapidamente identificar as necessidades e buscar soluções para os desafios industriais. Não errou.
DiárioNet
O programa busca transformar em capital, resíduos e subprodutos resultantes de processos de produção. "Nós trabalhamos como uma consultoria. A empresa nos procura com um problema, que pode ser o elevado volume de resíduos gerados no processo. Nós estudamos as possibilidades de sinergias e a saída pode estar em outra empresa, que, ao reprocessar o produto, pode reutilizá-lo com um preço melhor do que se fosse ao mercado comprar uma ¿matéria-prima virgem¿." Resultado: ganham as duas pontas. A que tinha "lixo" e viu sua receita crescer com a possibilidade de emprego do material por outra indústria, e a que comprou, que desembolsou menos recursos na aquisição da matéria-prima alternativa.
Um exemplo concreto citado pela representante do Nisp é o da parceria entre uma empresa química e uma alimentícia. "Um produtor de tomates queria ampliar sua produção, mas os custos elevados não viabilizavam o projeto. Havia uma empresa química que lançava gases na atmosfera e queria eliminar essas emissões. Juntamos os dois. Os gases que antes eram lançados na atmosfera, entre eles o CO2 e vapor quente, passaram a ter uma destinação do bem. Foram canalizados para uma estufa produtora de tomates, reduzindo o custo de produção."
Beatriz diz que o programa já conta com mais de 10 mil empresas. Mais de 80% dos membros do Nisp são pequenas e médias empresas. Um estudo desenvolvido pela Universidade de Birmingham mostra que, dos negócios realizados por empresas no âmbito do programa, 75% incluíram processo de inovação, 50% envolveram melhor prática e 20% novas pesquisas.
Além do negócio propriamente dito, há outros ganhos, como o ambiental, diz Beatriz. Desde a criação do Nisp, em 2005, deixou-se de lançar 2,95 milhões de toneladas de resíduos empresariais em aterros, eliminou-se mais de 310 mil toneladas de resíduos perigosos e reduziu-se em 2,5 milhões de toneladas as emissões de CO2.
De acordo com Beatriz, todos os resultados obtidos pelo Nisp são auditados por empresas independentes antes de serem publicados. "Entre os pontos fortes do programa está a sua flexibilidade e inovação tecnológica. É garantido o sigilo absoluto dos dados abertos pelas empresas que procuram ajuda. O programa não força o empresário. A participação é voluntária. O modelo de simbiose industrial vai além das práticas já conhecidas de uso eficiente de recursos, minimização, reúso e reciclagem. Cria-se uma rede de empresas de diversos setores industriais gerando uma comunicação e troca de idéias que até então não existia. O novo relacionamento comercial entre empresas permite um aumento de eficiência de produção, redução de custos e contribui para a sustentabilidade. Criação de projetos mais modernos, destinação mais eficiente de resíduos e o reúso intersetorial, podem criar novas parcerias industriais e até mesmo aproximar centros de pesquisa das indústrias."
Tudo começou em 2005, quando o governo britânico fez um estudo e concluiu que, em média, os aterros do Reino Unido tinham sete anos de vida útil e não havia mais espaço para novos aterros. Era preciso reduzir a quantidade de resíduos produzidos. A decisão foi a de elevar exponencialmente a taxa sobre resíduos de forma a estimular outra destinação. Com o apoio do Legislativo, criaram-se normas e incentivos. Na área da indústria, foram elaborados programas de suporte gratuitos. Paralelamente o programa-piloto do Nisp vinha sendo aplicado em duas regiões. O sucesso e o empenho dos empresários na sua ampliação eram tamanhos que o governo resolveu transformá-lo em um programa nacional. O modelo de consultoria gratuita respeita a lógica regional. O governo entendeu que era mais racional e o retorno mais eficiente com a contratação de consultorias regionais, que pelo seu conhecimento local, contatos etc. poderiam rapidamente identificar as necessidades e buscar soluções para os desafios industriais. Não errou.
DiárioNet
segunda-feira, 31 de março de 2008
Projeto de Recuperação de Matas Ciliares
As matas ciliares são fundamentais para o equilíbrio ecológico, oferecendo proteção para as águas e o solo, reduzindo o assoreamento de rios, lagos e represas e impedindo o aporte de poluentes para o meio aquático. Formam, além disso, corredores que contribuem para a conservação da biodiversidade; fornecem alimento e abrigo para a fauna; constituem barreiras naturais contra a disseminação de pragas e doenças da agricultura; e, durante seu crescimento, absorvem e fixam dióxido de carbono, um dos principais gases responsáveis pelas mudanças climáticas que afetam o planeta.
O reflorestamento das áreas de mata ciliar é uma necessidade, devendo ser implementado com espécies nativas, observando um nível adequado de diversidade biológica para assegurar a restauração dos processos ecológicos, condição indispensável para o desenvolvimento sustentável.
No Estado de São Paulo existem um milhão de hectares de áreas ciliares que precisam ser recuperados e reflorestados, sendo necessário produzir, plantar e manter dois bilhões de mudas. Para enfrentar este desafio, é preciso realizar pesquisas científicas, desenvolver e transferir tecnologia, promover a conscientização da sociedade e a capacitação dos diferentes atores sociais, identificar e viabilizar fontes de recursos e desenvolver estratégias e instrumentos que incentivem a mobilização e adesão dos produtores rurais e agricultores.
Mas acima de tudo, é preciso assegurar que o Poder Público, a iniciativa privada, os agricultores, as organizações não-governamentais, as instituições de pesquisa e toda a sociedade de unam num esforço conjunto.
Este espaço é um canal de informação e participação para todos os interessados na recuperação de matas ciliares. Aqui podem ser encontradas informações técnicas, manuais, reportagens e listagens de espécies nativas e viveiros.
Av. Prof. Frederico Hermann Jr 345, prédio 12, 4o andar - 05459-900 - São Paulo SP
Fone: (11) 3133 3867
O reflorestamento das áreas de mata ciliar é uma necessidade, devendo ser implementado com espécies nativas, observando um nível adequado de diversidade biológica para assegurar a restauração dos processos ecológicos, condição indispensável para o desenvolvimento sustentável.
No Estado de São Paulo existem um milhão de hectares de áreas ciliares que precisam ser recuperados e reflorestados, sendo necessário produzir, plantar e manter dois bilhões de mudas. Para enfrentar este desafio, é preciso realizar pesquisas científicas, desenvolver e transferir tecnologia, promover a conscientização da sociedade e a capacitação dos diferentes atores sociais, identificar e viabilizar fontes de recursos e desenvolver estratégias e instrumentos que incentivem a mobilização e adesão dos produtores rurais e agricultores.
Mas acima de tudo, é preciso assegurar que o Poder Público, a iniciativa privada, os agricultores, as organizações não-governamentais, as instituições de pesquisa e toda a sociedade de unam num esforço conjunto.
Este espaço é um canal de informação e participação para todos os interessados na recuperação de matas ciliares. Aqui podem ser encontradas informações técnicas, manuais, reportagens e listagens de espécies nativas e viveiros.
Av. Prof. Frederico Hermann Jr 345, prédio 12, 4o andar - 05459-900 - São Paulo SP
Fone: (11) 3133 3867
sexta-feira, 28 de março de 2008
Consulta Pública definirá espécies da fauna como animais de estimação
Brasília (06/03/2008) - Ibama disponibilizou para Consulta Pública a lista prévia de espécies da fauna silvestre nativa que poderão ser criadas e comercializadas como animais de estimação, conforme determina o Art. 3º da Resolução Conama nº 394 de 6 de novembro de 2007.
A Consulta Pública estará disponível até o dia 6 de abril de 2008 no site do Ibama. Ao término deste prazo, o Ibama fará a análise de todo o conteúdo, objetivando editar uma lista que atenda aos anseios da sociedade brasileira.
As contribuições devem ser enviadas para o e-mail: fauna.sede@ibama.gov.br com as espécies a serem incluídas ou excluídas devidamente justificadas com base nos critérios estabelecidos pela Resolução Conama nº 394/2007. Somente serão analisadas as contribuições que estiverem dentro dos critérios estabelecidos.
Segundo o diretor de Uso sustentável da Biodiversidade e Florestas, Antônio Carlos Hummel, o Ibama utilizou os critérios indicados na Resolução para preparar a lista.
1. Classe Aves
1.1 – Família Cardinalidae
Nome cientifico Nome comum
Cyanocompsa brissonii Azulão verdadeiro
Cyanocompsa cyanoides Azulão da Amazônia
Saltator maximus Tempera-viola
Saltator similis Trinca-ferro verdadeiro
1.2 - Família Fringillidae
Carduelis magellanica Pintassilgo
1.3 - Família Icteridae
Gnorimopsar chopi Graúna
1.4 - Família Psittacidae
Amazona aestiva Papagaio verdadeiro
Amazona amazônica Papagaio do mangue
Ara ararauna Arara canindé
Ara macao Arara canga
Ara chloropera Arara vermelha grande
Ara severa Maracanã-guaçu
Aratinga aurea Jandaia-estrela
Aratinga auricapilla Jandaia
Aratinga cactorum Periquito da caatinga
Aratinga jandaya Jandaia verdadeira
Aratinga leucophthalma Periquitão-maracanã
Aratinga solstitialis Jandaia
Aratinga weddellii Jandaia de cabeça azulada
Brotogeris versicolurus Periquito de asas amarelas
Brotogeris chiriri Periquito de encontro amarelo
Brotogeris cyanoptera Periquito-de-asa-azul
Brotogeris chrysopterus Periquito de asas douradas
Brotogeris sanctihomae Periquito estrela
Deroptyus accipitrinus Anacã
Diopsittaca nobilis Maracanã-pequena
Forpus passerinus Tuim-santo
Guarouba guarouba Ararajuba
Graydidascalus brachyurus Curica-verde
Myiopsitta monachus Caturrita
Nandayus nenday Jandaia de cabeça negra
Orthopsittaca manilata Ararinha do buriti
Pionites leucogaster Marianinha-de-cabeça-amarela
Pionites melanocephala Periquito de cabeça preta
Pionus menstruus Maitaca
Pionus maximiliani Maitaca-verde
Pionus fuscus Maitaca-roxa
Propyrrhura auricollis Maracanã-de-colar
Propyrrhura maracana Maracanã
Propyrrhura couloni Maracanã-de-cabeça-azul
Triclaria malachitacea Araçuaiava
1.5 - Família Ramphastidae
Ramphastos toco Tucano
1.6 -Família Turdidae
Turdus rufiventris Sabiá-laranjeira
1.7 - Família Emberezidae
Paroaria coronata Cardeal
Sicalis flaveola Canário-da-terra
Sporophila angolensis Curió
Sporophila caerulescens Papa-capim
Sporophila lineola Bigodinho
Sporophila maximiliani Bicudo
Sporophila nigricollis Coleiro-baiano
Zonotrichia capensis Tico-tico
2 – Classe Répteis
2.1 - Família Iguanidae
Iguana iguana Iguana
2.2 - Família Polychrotidae
Polychrus acutirostris Lagarto-preguiça
Polychrus marmoratus Papa-vento
Fonte: http://www.ibama.gov.br/2008/03/06/consulta-publica-definira-especies-da-fauna-como-animais-de-estimacao/
A Consulta Pública estará disponível até o dia 6 de abril de 2008 no site do Ibama. Ao término deste prazo, o Ibama fará a análise de todo o conteúdo, objetivando editar uma lista que atenda aos anseios da sociedade brasileira.
As contribuições devem ser enviadas para o e-mail: fauna.sede@ibama.gov.br com as espécies a serem incluídas ou excluídas devidamente justificadas com base nos critérios estabelecidos pela Resolução Conama nº 394/2007. Somente serão analisadas as contribuições que estiverem dentro dos critérios estabelecidos.
Segundo o diretor de Uso sustentável da Biodiversidade e Florestas, Antônio Carlos Hummel, o Ibama utilizou os critérios indicados na Resolução para preparar a lista.
1. Classe Aves
1.1 – Família Cardinalidae
Nome cientifico Nome comum
Cyanocompsa brissonii Azulão verdadeiro
Cyanocompsa cyanoides Azulão da Amazônia
Saltator maximus Tempera-viola
Saltator similis Trinca-ferro verdadeiro
1.2 - Família Fringillidae
Carduelis magellanica Pintassilgo
1.3 - Família Icteridae
Gnorimopsar chopi Graúna
1.4 - Família Psittacidae
Amazona aestiva Papagaio verdadeiro
Amazona amazônica Papagaio do mangue
Ara ararauna Arara canindé
Ara macao Arara canga
Ara chloropera Arara vermelha grande
Ara severa Maracanã-guaçu
Aratinga aurea Jandaia-estrela
Aratinga auricapilla Jandaia
Aratinga cactorum Periquito da caatinga
Aratinga jandaya Jandaia verdadeira
Aratinga leucophthalma Periquitão-maracanã
Aratinga solstitialis Jandaia
Aratinga weddellii Jandaia de cabeça azulada
Brotogeris versicolurus Periquito de asas amarelas
Brotogeris chiriri Periquito de encontro amarelo
Brotogeris cyanoptera Periquito-de-asa-azul
Brotogeris chrysopterus Periquito de asas douradas
Brotogeris sanctihomae Periquito estrela
Deroptyus accipitrinus Anacã
Diopsittaca nobilis Maracanã-pequena
Forpus passerinus Tuim-santo
Guarouba guarouba Ararajuba
Graydidascalus brachyurus Curica-verde
Myiopsitta monachus Caturrita
Nandayus nenday Jandaia de cabeça negra
Orthopsittaca manilata Ararinha do buriti
Pionites leucogaster Marianinha-de-cabeça-amarela
Pionites melanocephala Periquito de cabeça preta
Pionus menstruus Maitaca
Pionus maximiliani Maitaca-verde
Pionus fuscus Maitaca-roxa
Propyrrhura auricollis Maracanã-de-colar
Propyrrhura maracana Maracanã
Propyrrhura couloni Maracanã-de-cabeça-azul
Triclaria malachitacea Araçuaiava
1.5 - Família Ramphastidae
Ramphastos toco Tucano
1.6 -Família Turdidae
Turdus rufiventris Sabiá-laranjeira
1.7 - Família Emberezidae
Paroaria coronata Cardeal
Sicalis flaveola Canário-da-terra
Sporophila angolensis Curió
Sporophila caerulescens Papa-capim
Sporophila lineola Bigodinho
Sporophila maximiliani Bicudo
Sporophila nigricollis Coleiro-baiano
Zonotrichia capensis Tico-tico
2 – Classe Répteis
2.1 - Família Iguanidae
Iguana iguana Iguana
2.2 - Família Polychrotidae
Polychrus acutirostris Lagarto-preguiça
Polychrus marmoratus Papa-vento
Fonte: http://www.ibama.gov.br/2008/03/06/consulta-publica-definira-especies-da-fauna-como-animais-de-estimacao/
quarta-feira, 26 de março de 2008
Shows internacionais em 2008
26. Seal - São Paulo
27. Seal - São Paulo
29. Seal - Rio de Janeiro
Abril
01. Seal - Curitiba
02. Funeral For A Friend - Porto Alegre
02. Rufio - Porto Alegre
03. Ozzy Osbourne e Korn - Rio de Janeiro
03. Seal - Porto Alegre
04. Funeral For A Friend - Rio de Janeiro
04. Rod Stewart - São Paulo
04. Rufio - Rio de Janeiro
05. Funeral For A Friend - São Paulo
05. Ozzy Osbourne e Korn - São Paulo
05. Rod Stewart - Rio de Janeiro
05. Rufio - São Paulo
06. Funeral For A Friend - Curitiba
06. Rufio - Curitiba
09. Lenny Kravitz - Porto Alegre (cancelado)
11. Lenny Kravitz - Curitiba (cancelado)
11. Rufio - Campinas
12. Rufio - Vitória
13. Rufio - Santos (à tarde) e São Paulo (à noite)
13 e 14. Lenny Kravitz - São Paulo (cancelados)
16. Lenny Kravitz - Belo Horizonte (cancelado)
Maio
01. Whitesnake - Manaus
06. Whitesnake - Belo Horizonte
07. Whitesnake - Rio de Janeiro
08. Village People - São Paulo
09. Whitesnake - São Paulo
10. Whitesnake - Curitiba
24. Justin Timberlake - São Paulo *
25. Justin Timberlake - Rio de Janeiro *
Junho
Sem previsão de shows.
Julho
Sem previsão de shows.
Agosto
02. Grave Digger - São Paulo
03. Grave Digger - Curitiba
24. Avril Lavigne - São Paulo *
25. Avril Lavigne - Curitiba *
26. Avril Lavigne - São Paulo *
30. Scorpions - Rio de Janeiro
31. Scorpions - Goiânia
Setembro
04. Scorpions - Manaus
06. Scorpions - São Paulo
Ainda sem definição de datas
- Simple Plan
- Linkin Park
- Amy Winehouse
- Backstreet Boys
- Joss Stone
- Kelly Clarkson
- Nelly Furtado
- High School Musical
- George Benson
* Ainda não confirmados.
fonte: http://blogdosirmaos.wordpress.com/2008/02/13/shows-internacionais-em-2008/
27. Seal - São Paulo
29. Seal - Rio de Janeiro
Abril
01. Seal - Curitiba
02. Funeral For A Friend - Porto Alegre
02. Rufio - Porto Alegre
03. Ozzy Osbourne e Korn - Rio de Janeiro
03. Seal - Porto Alegre
04. Funeral For A Friend - Rio de Janeiro
04. Rod Stewart - São Paulo
04. Rufio - Rio de Janeiro
05. Funeral For A Friend - São Paulo
05. Ozzy Osbourne e Korn - São Paulo
05. Rod Stewart - Rio de Janeiro
05. Rufio - São Paulo
06. Funeral For A Friend - Curitiba
06. Rufio - Curitiba
09. Lenny Kravitz - Porto Alegre (cancelado)
11. Lenny Kravitz - Curitiba (cancelado)
11. Rufio - Campinas
12. Rufio - Vitória
13. Rufio - Santos (à tarde) e São Paulo (à noite)
13 e 14. Lenny Kravitz - São Paulo (cancelados)
16. Lenny Kravitz - Belo Horizonte (cancelado)
Maio
01. Whitesnake - Manaus
06. Whitesnake - Belo Horizonte
07. Whitesnake - Rio de Janeiro
08. Village People - São Paulo
09. Whitesnake - São Paulo
10. Whitesnake - Curitiba
24. Justin Timberlake - São Paulo *
25. Justin Timberlake - Rio de Janeiro *
Junho
Sem previsão de shows.
Julho
Sem previsão de shows.
Agosto
02. Grave Digger - São Paulo
03. Grave Digger - Curitiba
24. Avril Lavigne - São Paulo *
25. Avril Lavigne - Curitiba *
26. Avril Lavigne - São Paulo *
30. Scorpions - Rio de Janeiro
31. Scorpions - Goiânia
Setembro
04. Scorpions - Manaus
06. Scorpions - São Paulo
Ainda sem definição de datas
- Simple Plan
- Linkin Park
- Amy Winehouse
- Backstreet Boys
- Joss Stone
- Kelly Clarkson
- Nelly Furtado
- High School Musical
- George Benson
* Ainda não confirmados.
fonte: http://blogdosirmaos.wordpress.com/2008/02/13/shows-internacionais-em-2008/
terça-feira, 25 de março de 2008
ONU volta a alertar para a escassez de alimentos
Com um déficit em suas contas, em razão da alta nos preços do milho, do trigo, da soja e do leite, a Organização das Nações Unidas alertou que o aumento nos preços de alimentos em todo o mundo levou a entidade a decretar "emergência global".
A ONU enviou uma carta a todos os governos pedindo ajuda. Cuba e Haiti podem ser os países mais afetados pelo aumento da fome.
A ONU enviou uma carta a todos os governos pedindo ajuda. Cuba e Haiti podem ser os países mais afetados pelo aumento da fome.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Recado para Lula e União Européia: "Chega de madeira ilegal!
Ativistas do Greenpeace protestam em frente ao Itamaraty durante visita do presidente da Comissão Européia a Brasília. A Europa é o maior importador de madeira da Amazônia, mas não tem um controle rígido de sua procedência. Estima-se que 80% da madeira que sai da região seja produzida de forma ilegal.
(DF), Brasil — Ativistas do Greenpeace protestaram em frente ao Itamaraty, em Brasília, durante almoço do presidente brasileiro com representante da Comissão Européia.
Ativistas do Greenpeace protestaram nesta quarta-feira em frente ao Palácio do Itamaraty, em Brasília, durante almoço do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso. Uma faixa foi estendida no local com os dizeres: "Chega de madeira ilegal e desmatamento na Amazônia".
"Queremos alertar os governantes da União Européia que, ao comprarem madeira do Brasil sem garantias de procedência, eles podem estar financiando, em euros, a destruição da Amazônia", afirmou Márcio Astrini, da campanha de Amazônia do Greenpeace Brasil, que participou do protesto.
"A União Européia e o Brasil precisam agir agora para proteger a Amazônia e contribuir para o uso sustentável dos recursos da floresta. Uma nova legislação se faz necessária para regular os produtos de madeira que saem da região e tirar do mercado empresas madeireiras desonestas.", diz Sébastien Risso, da campanha de Política Florestal do Greenpeace Europa. "Consumidores precisam estar seguros de que não estão contribuindo para crimes florestais em suas compras."
A União Européia é o destino final de quase 50% das exportações de madeira da Amazônia brasileira e estima-se que 80% da madeira explorada na região sejam produzidos de forma ilegal. O governo brasileiro admite que pelo menos 63% da produção anual de madeira da Amazônia - 40 milhões de metros cúbicos - sejam ilegais. No entanto, essa madeira sai dos portos brasileiros totalmente legalizada graças às falhas no sistema de controle e monitoramento da produção.
Confira como a madeira sai da floresta amazônica e chega até a Europa:
As empresas importadoras européias, por sua vez, justificam estarem comprando madeira com documentos legais quando, na realidade, estão financiando a exploração ilegal que segue destruindo grandes áreas de florestas, promovendo o desmatamento, facilitando a grilagem de terras e incentivando a corrupção e violência contra comunidades da região.
Na segunda-feira (17/03), ativistas do Greenpeace abordaram o cargueiro Galina III que trazia madeira da Amazônia para a França. Eles impediram que o navio atracasse no porto de Caen por mais de 24 horas. Os ativistas só deixaram o cargueiro depois que o governo francês anunciou que apoiará nova legislação na União Européia regulamentando a importação de madeira para evitar a compra de produtos de origem ilegal.
O Greenpeace quer que a Comissão Européia aprove em maio a proposta de reforma da legislação e que a França apóie o processo. O país é o principal consumidor de madeira da Amazônia, junto com Holanda, Espanha e Portugual, e assumirá a presidência da Comissão Européia a partir do segundo semestre de 2008.
O Greenpeace lançou na segunda-feira (dia 17/03) o relatório Financiando a Destruição que revela como a produção ilegal de madeira da Amazônia continua sendo um problema crônico não resolvido pelo governo brasileiro e pelos estados da região - apesar do tema ter sido incluído no Plano de Ação para Controle e Prevenção do Desmatamento, lançado em março de 2004.
Fonte: Greenpeace Brasil
(DF), Brasil — Ativistas do Greenpeace protestaram em frente ao Itamaraty, em Brasília, durante almoço do presidente brasileiro com representante da Comissão Européia.
Ativistas do Greenpeace protestaram nesta quarta-feira em frente ao Palácio do Itamaraty, em Brasília, durante almoço do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso. Uma faixa foi estendida no local com os dizeres: "Chega de madeira ilegal e desmatamento na Amazônia".
"Queremos alertar os governantes da União Européia que, ao comprarem madeira do Brasil sem garantias de procedência, eles podem estar financiando, em euros, a destruição da Amazônia", afirmou Márcio Astrini, da campanha de Amazônia do Greenpeace Brasil, que participou do protesto.
"A União Européia e o Brasil precisam agir agora para proteger a Amazônia e contribuir para o uso sustentável dos recursos da floresta. Uma nova legislação se faz necessária para regular os produtos de madeira que saem da região e tirar do mercado empresas madeireiras desonestas.", diz Sébastien Risso, da campanha de Política Florestal do Greenpeace Europa. "Consumidores precisam estar seguros de que não estão contribuindo para crimes florestais em suas compras."
A União Européia é o destino final de quase 50% das exportações de madeira da Amazônia brasileira e estima-se que 80% da madeira explorada na região sejam produzidos de forma ilegal. O governo brasileiro admite que pelo menos 63% da produção anual de madeira da Amazônia - 40 milhões de metros cúbicos - sejam ilegais. No entanto, essa madeira sai dos portos brasileiros totalmente legalizada graças às falhas no sistema de controle e monitoramento da produção.
Confira como a madeira sai da floresta amazônica e chega até a Europa:
As empresas importadoras européias, por sua vez, justificam estarem comprando madeira com documentos legais quando, na realidade, estão financiando a exploração ilegal que segue destruindo grandes áreas de florestas, promovendo o desmatamento, facilitando a grilagem de terras e incentivando a corrupção e violência contra comunidades da região.
Na segunda-feira (17/03), ativistas do Greenpeace abordaram o cargueiro Galina III que trazia madeira da Amazônia para a França. Eles impediram que o navio atracasse no porto de Caen por mais de 24 horas. Os ativistas só deixaram o cargueiro depois que o governo francês anunciou que apoiará nova legislação na União Européia regulamentando a importação de madeira para evitar a compra de produtos de origem ilegal.
O Greenpeace quer que a Comissão Européia aprove em maio a proposta de reforma da legislação e que a França apóie o processo. O país é o principal consumidor de madeira da Amazônia, junto com Holanda, Espanha e Portugual, e assumirá a presidência da Comissão Européia a partir do segundo semestre de 2008.
O Greenpeace lançou na segunda-feira (dia 17/03) o relatório Financiando a Destruição que revela como a produção ilegal de madeira da Amazônia continua sendo um problema crônico não resolvido pelo governo brasileiro e pelos estados da região - apesar do tema ter sido incluído no Plano de Ação para Controle e Prevenção do Desmatamento, lançado em março de 2004.
Fonte: Greenpeace Brasil
domingo, 16 de março de 2008
Agua é Vida e Vida não se Desperdiça
A Radio comunitária Verde é Vida, paticipa do Mutirão Azul 2008, " Agua na Medida Certa " Idealizado pela Secretaria do Estado de Meio Ambiente de SP
Estaremos executando a cada 15 minutos spots com dicas de conscientização do consumo racional da agua, todos os dias estaremos fazendo educação ambiental com a comunidade através de entrevistas de como a comunidade preserva a agua e da importancia e ter o uso racional da agua, estaremos tambem passando nas escolas o video Terra o Planeta das Aguas produzido pela Ong Mãe Natureza Rede BBC
Estaremos executando a cada 15 minutos spots com dicas de conscientização do consumo racional da agua, todos os dias estaremos fazendo educação ambiental com a comunidade através de entrevistas de como a comunidade preserva a agua e da importancia e ter o uso racional da agua, estaremos tambem passando nas escolas o video Terra o Planeta das Aguas produzido pela Ong Mãe Natureza Rede BBC
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